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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Aliança firmada no Paraná para as eleições é elogiada por Dilma em encontro realizado em Curitiba


Ricardo Gomyde estave presente no encontro com a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, que realizou o primeiro evento oficial de campanha no Paraná na noite desta quarta-feira (14). O encontro foi realizado no Clube Concórdia, em Curitiba, a petista fez questão de exaltar a aliança firmada entre PT, PDT, PMDB e PCdoB no estado.

Dilma desembarcou na capital paranaense por volta das 20h30. No Aeroporto Internacional Afonso Pena, ela foi recebida pelo candidato ao governo Osmar Dias (PDT) e também pelos candidatos ao Senado na chapa de apoio à petista, Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT). Os quatro chegaram ao clube por volta das 21h.

Estima-se que cerca de 800 pessoas estiveram presentes na reunião, entre elas 300 prefeitos paranaenses. O governador Orlando Pessuti (PMDB) e o candidato a vice na chapa de Dilma, o deputado federal Michel Temer (PMDB), também compareceram ao evento.

A reunião com a presença da presidenciável acabou por volta das 23h10. Segundo a assessoria de imprensa de Dilma, ela iria deixar a capital ainda na noite desta quarta.

(RPC)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Não perceber a inclusão social foi a maior “cegueira” de governos anteriores, diz Dilma


A candidata à presidência, Dilma Rousseff, aposta na inclusão social como principal instrumento para transformar o Brasil em economia desenvolvida. Não perceber isso, afirmou, foi a maior “cegueira” dos governos que antecederam o PT.

“Nós acreditamos que a nossa força está nos 190 milhões de brasileiros”, afirmou Dilma em encontro com prefeitos e empresários da região de São José do Rio Preto, em São Paulo.

O encontro começou com a declaração de apoio do prefeito de Tanabi, José Francisco de Matos, do Democratas. Do palanque, ele criticou: “Foram duas décadas de desmonte do Estado e sucateamento do serviço público.”

Mas o Brasil mudou, lembrou Dilma. O horizonte de oportunidades em 2011 será muito maior que o de 2002. Neste período, segundo a candidata, o país conseguiu provar que estabilidade econômica era compatível com desenvolvimento.

“Nós aprendemos que era possível sim controlar a inflação e ao mesmo tempo ter o crescimento econômico através da ampliação do consumo que decorre das políticas de distribuição de renda, do Bolsa Família, que injetou dignidade na veia de milhões de famílias”, afirmou

Este novo Brasil, segundo Dilma, faz da sua missão um desafio importante. Mas junto com o desafio, acrescentou, o presidente Lula deu as armas para enfrentá-lo. “Esta é a grande diferença. Hoje temos as armas, os instrumentos, os programas. Temos uma folha de serviço a mostrar. Demos um passo. Essa é a nossa grande virada.”

(DilmaNaWeb)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Quero ser a primeira mulher presidente do Brasil”, afirma Dilma, para multidão em São Paulo


Mais de cinco mil pessoas lotaram a Praça da Sé, em São Paulo, e participaram do ato público em apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Dilma chegou ao carro de som caminhando entre os militantes, ao lado do candidato à vice-presidente, o deputado Michel Temer (PMDB-SP). Para as milhares de pessoas, disse que quer ser a primeira mulher a governar o país.

“Estou aqui hoje para dizer para vocês que eu quero ser a primeira mulher presidente do Brasil”, afirmou, acrescentando que não é daquele tipo de política presunçosa, que não precisa de ajuda. “Eu não sou daquelas que acha que sou capaz de fazer tudo, daquele tipo orgulhosa, presunçosa, que acha que tudo sabe e que tudo faz. Eu não. Eu preciso de gente e de equipe. Por isso, eu preciso de uma pessoa com as qualidades do Mercadante como meu companheiro aqui em São Paulo."

“Vamos ter que dar para duas coisas para que esse país tenha uma educação de qualidade. Primeiro, é reconhecimento. No passado, muito gente queria ser professor porque era uma profissão valorizada. E uma profissão é valorizada quando se paga a ela salários decentes, dignos", apontou. "A segunda questão é que os nossos professores têm de ser incentivados a ter cada vez mais uma melhor formação. Porque está nas pessoas, no professor e na professora, a condição para que esse país avance e faça uma das mais importantes revoluções que é da educação.”

Segundo ela, Lula fez um governo para todos e não apenas para um terço da população, como se fazia no passado. “Nós fizemos um governo para todos os brasileiros e obviamente olhamos mais para os que mais precisavam. Eles dizem que podem fazer mais. Como eles podem fazer mais? E por que quando eles estiveram no governo e podiam mais e fizeram menos? Nós não. Nós elevamos as condições de vida do povo brasileiro”, afirmou, ressaltando a diferença dos projetos.

Mulheres
O papel das mulheres foi ressaltado por Dilma, que voltou a dizer que está preparada para governar o país. “Muitos dizem que o Brasil não está preparado para ter uma mulher presidente. Eu digo: o Brasil está preparado sim. Eu estou preparada para ser presidente do Brasil. Eu tenho certeza que não só as mulheres podem ser o que querem, empresarias, trabalhadoras, empreendedoras, professoras, engenheiras, mães, que é uma das questões mais importantes na vida de qualquer mulher, mas sobretudo elas podem ser presidentes da República também.”

Foto: Roberto Stuckert Filho
(DilmaNaWeb)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Dilma: educação é prioridade para o Brasil se tornar país desenvolvido


A candidata do PT, Dilma Rousseff, participou hoje de um encontro promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) com mais de 480 executivo que, segundo a associação, representa cerca de 44% do setor privado brasileiro. Durante a palestra, Dilma ressaltou a importância dos investimentos em educação para transformar o Brasil num país desenvolvido na próxima década.

Ela explicou que não basta apenas ter um crescimento econômico exuberante, como o que o país vem registrando, para se tornar uma potência mundial. É preciso garantir a proteção e assegurar as oportunidades iguais para crianças e jovens.

“Eu considero que para desenvolvimento social o critério que se avalia um país é a proteção que damos aos jovens e às crianças”,a firmou. “Protegê-los da desigualdade de oportunidades. Protegê-los do crime organizado. E, sobretudo, protegê-los do trabalho precoce que os tira dos bancos das escolas.”


(DilmanaWeb)

sexta-feira, 12 de março de 2010

Lula e Dilma visitam a Repar em Araucária


A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Paraná nesta sexta-feira (12) serve também para alinhar apoios políticos à candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT). O presidente afirmou que todo candidato que quiser governar o Brasil precisa ter um bom relacionamento com o Paraná. Lula visitou obras de ampliação na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, e também a fábrica da Positivo Informática, em Curitiba. Durante a tarde segue viagem para Londrina.

“Qualquer um que queira governar o Brasil tem que passar pelo Paraná”, disse. O presidente reconheceu, no entanto, a dificuldade de uma unificação de outros partidos em torno de uma candidatura. “Isso é fácil de falar, mas muito difícil de fazer. Se Dilma for mesmo a candidata, ela tem que manter relações com o Paraná, ter um bom relacionamento com o governador Requião e com outros partidos”, afirmou.

Sem citar diretamente as suspeitas de irregularidades envolvendo a refinaria, Lula refletiu sobre a dificuldade em executar projetos por causa de questões como licenciamento ambiental e fiscalização. Segundo ele, será preciso "tornar mais transparente e ao mesmo tempo mais ágil" os processos de licenciamento, vistoria e fiscalização. "Hoje um governador e um presidente da República não conseguem fazer uma obra estruturante em um mandato de quatro anos."

(Agência Brasil)

quarta-feira, 10 de março de 2010

PCdoB oficializa apoio a Dilma para Presidência da República


Comissão Política Nacional do PCdoB formalizou o apoio a candidata Dilma Roussef (PT). Publicamos a seguir a resolução da CPN que indica a necessidade de reforçar as articulações e os candidatos visando construir no estado o palanque das forças aliadas, com vistas a assegurar uma terceira vitória do povo nas eleições de 2010.
Neste sentido, o PCdoB continuará o seu esforço político para concretizar um bloco de forças de caráter democrático, popular e avançado no rumo do aprofundamento das mudanças.

PCdoB com Dilma para o Brasil avançar!
As eleições de outubro serão decisivas para os destinos do país. O PCdoB que completa 88 anos de lutas pela construção do Brasil; que apoiou, desde a primeira hora, o presidente Lula em todas as suas campanhas à presidência da República e exerce responsabilidades políticas e administrativas no seu governo, analisa o desenrolar desta histórica sucessão presidencial e anuncia seu posicionamento.
Estão em confronto dois campos políticos antagônicos. A aliança de partidos, movimentos populares, setores sociais e empresariais democráticos, liderada pelo presidente Lula versus legendas que sustentaram o governo neoliberal de FHC que levou o Brasil à ruína. Neste embate político não há meio termo. Seu resultado ou garantirá a continuidade do ciclo político aberto pelo presidente Lula, ou será o retrocesso com o retorno daqueles que arrasaram o Brasil aplicando a mesma receita que agravou a grande crise capitalista que ainda sacode o mundo. É uma oposição de passado fracassado e de futuro temerário.

O Brasil, sob a regência dos dois mandatos do presidente Lula, conquistou um ciclo virtuoso. Nele a democracia se amplia, a soberania do país se fortalece e o crescimento econômico se associa ao progresso social e à integração solidária com os países vizinhos. Superada a “herança maldita” dos tucanos, começou a nascer um novo projeto nacional de desenvolvimento direcionado para o aumento da produção, a valorização do trabalho e a melhoria da qualidade de vida de milhões de brasileiros. Se permanecer neste caminho, o Brasil poderá tornar-se, em tempo breve, numa das nações progressistas mais fortes e influentes do mundo. Emerge como fruto deste processo o elevado protagonismo de Luiz Inácio Lula da Silva. Liderança de origem popular respeitada internamente e no exterior. Fato que é um trunfo, pois seu desempenho pode contribuir para unir a Nação e fortalecê-la na difícil jornada pela sua afirmação.

Nos últimos meses, o PCdoB manteve reuniões com Dilma nas quais ficou explícita a afinidade programática entre ela e a nossa legenda e da mesma forma com a direção recém-eleita do PT. Além da convergência de ideias e do pacto pelo o progresso do país, ressalta-se o valor de uma mulher cuja personalidade política se forjou na luta democrática. Ela demonstrou, à frente de importantes funções públicas e sobretudo como ministra do atual governo, competência, liderança e compromisso com o Brasil e o povo.

O PCdoB movido pelos seus compromissos com o Brasil e os trabalhadores anuncia que no início de abril, em ato a se realizar na Capital da República, manifestará o seu apoio à pré-candidatura de Dilma Roussef, posição que será oficializada na sua convenção eleitoral em junho.

Por uma nova vitória do povo, pela continuidade e o avanço do desenvolvimento com progresso social, vamos com Dilma, a primeira mulher que presidirá a República!

(Comissão Política Nacional do PCdoB)

terça-feira, 9 de março de 2010

Leci Brandão rebate declaração de senador do DEM sobre escravidão


A declaração do senador foi feita durante as audiências públicas promovida pelo Supremo tribunal Federal (STF) que vai julgar ação do DEM contra a política afirmativa de cotas para o ensino superior. “Nós temos uma história tão bonita de miscigenação... [Fala-se que] as negras foram estupradas no Brasil. [Fala-se que] a miscigenação deu-se no Brasil pelo estupro. [Fala-se que] foi algo forçado. Gilberto Freyre, que é hoje renegado, mostra que isso se deu de forma muito mais consensual."

Leci Brandão se manifestou contrário a fala do senador, lembrando que “as minhas tataravós chegaram ao Brasil através do regime de escravidão, lavaram, passaram, cozinharam, trabalharam na lavoura, foram amarradas no tronco, amamentaram os filhos das sinhás, mas eu posso afirmar que em nenhum momento, nunca, jamais em tempo algum, a nossa ancestralidade consentiu um estupro”.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, que participou do evento, destacou que as políticas sociais do Governo Lula beneficiaram principalmente as mulheres. Ela citou o fato do dinheiro do Bolsa Família ser entregue diretamente às mulheres; os títulos de propriedade do programa Minha Casa Minha Vida são também emitidos em nome das mulheres; igualmente, as terras distribuídas em assentamentos para agricultura família são em nome das mulheres.

(O Vermelho)

Meirelles deixa BC em março para tentar ser vice de Dilma


Dois mil seiscentos e quarenta e sete dias. Esse terá o sido o tempo de duração do maior mandato já registrado na história da presidência do Banco Central. Henrique Meirelles tomou posse em 1o de janeiro de 2003 e deixará o cargo no dia 31 de março deste ano. Atenderá a um pedido do presidente Lula, que pretende convencer o PMDB a indicá-lo como vice na chapa da ministra Dilma Rousseff, do PT.

A decisão de sair do BC, no entanto, não significa que Meirelles já tenha garantido a vaga de vice. Ele terá ainda de esperar a convenção do PMDB, que ocorrerá em junho. Seu concorrente é o presidente nacional da sigla, deputado Michel Temer. No entanto, diversas correntes do PT têm defendido o nome de Meirelles, como uma forma de atrair empresários e o eleitorado do Sudeste para a candidatura oficial. No PMDB, ele é também visto com simpatia por grupos que ainda avaliam se apóiam Dilma ou Serra.

Caso seu nome não prevaleça na convenção do PMDB, Henrique Meirelles terá outras opções na manga. Poderá sair candidato ao Senado ou até mesmo ao governo de Goiás – hipótese que é hoje a mais remota. Oficialmente, no entanto, ele não se declarará candidato ao deixar o Banco Central. Dirá que irá desfrutar seu período de quarentena para avaliar oportunidades tanto no setor público, como no setor privado.

(IstoÉ)

Investimentos da Petrobras este ano serão de R$ 79,5 bilhões


Os investimentos programados pela Petrobras para este ano totalizarão R$ 79,5 bilhões, e não R$ 85 bilhões, como havia informado ontem (8) a ministra Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil da Presidência da República e presidente do Conselho de Administração da estatal.

A empresa divulgou nota de esclarecimentos sobre seus investimentos este ano, na qual informa que, assim como as demais empresas estatais, submeteu ao governo federal a proposta do Programa de Dispêndio Global (PDG) e do Orçamento Anual de Investimentos (OAI) para 2010, onde apresenta as informações consolidadas e, separadamente, de cada empresa do Sistema Petrobras. Posteriormente, as informações serão submetidas a exame e aprovação do Congresso Nacional.

Na proposta encaminhada pela Petrobras ao governo federal, o limite orçamentário de investimento é de R$ 79,5 bilhões. A nota da empresa informa também que o plano de negócios da companhia para o período de 2010 a 2014, que teve sua divulgação adiada, ainda está em discussão e será “divulgado amplamente” após sua aprovação.

As informações indicam ainda que, do total dos investimentos previstos, a área de Exploração e Produção da Petrobras ficará com R$ 35,69 bilhões; a de Abastecimento e Refino, com R$ 30,76 bilhões; a de Gás e Energia, com R$ 4,82 bilhões; a Internacional, com R$ 6,01 bilhões; a de Distribuição, com R$ 660 milhões; a de Biocombustíveis, com R$ 760 milhões; e a Corporativa, com R$ 1,76 bilhão.

(Agência do Brasil)

Programas do governo Lula garantiram conquistas para mulheres, afirma Dilma


A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, destacou como uma decisão importante a criação da secretaria para as mulheres para tratar de políticas públicas específicas de um segmento, “o governo colocou como uma questão central a situação das mulheres” e ressaltou como uma das mais importantes medidas a aprovação da licença-maternidade por seis meses.

Dilma, que fez questão de citar a presença da secretária de Cultura do Rio, Jandira Feghali, deixou claro que é preciso avançar mais e destacou como negativa a dupla jornada de trabalho para as mulheres e o salário menor em relação aos homens, “mas temos procurado alterar essa situação, queremos construir um Brasil com mais autonomia para as mulheres e sem violência”.

Mesmo sem tratar de campanha eleitoral, Dilma, que é pré-candidata a presidente, disse que o Brasil está preparado para ter uma mulher na presidência, pois segundo ela, “as mulheres estão preparadas para administrar o país”.

A ministra da Secretaria das Mulheres, Nilcéa Freire, destacou os desafios do governo federal para tratar a situação das mulheres como questão de Estado. “Estamos completando um ciclo na Secretaria. Trabalhamos junto com vocês para construir uma política pública para as mulheres”, disse Nilcéa.

Memorial da Mulher Brasileira
A ministra aproveitou a ocasião para anunciar a criação do Memorial da Mulher Brasileira, uma parceira da Secretaria com a Casa Civil e o Arquivo Nacional. O objetivo é resgatar a trajetória de mulheres que ajudaram a construir a nação brasileira. Nilcéa também assinou um documento sobre a situação atual das mulheres. O papel foi colocado no que ela chamou de cápsula do tempo. “Daqui a 50 anos, as que ainda estiverem aqui poderão comparar os dois períodos”, destacou Nilcéa.

(O Vermelho)

quarta-feira, 3 de março de 2010

Lula e Dilma recebem Hillary Clinton em Brasília


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, receberam na tarde desta quarta-feira (3) a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton. Mais cedo, Hillary visitou o Congresso Nacional e almoçou com o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim.

Amorim, que também participou do encontro da secretária de Estado com Lula, contou que o presidente desse que pretende visitar Israel, Palestina e Jordânia entre 14 e 19 de março e depois, em maio, se reunirá com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Lula afirmou a Hillary, segundo Amorim, que deve tratar da questão nuclear com Ahmadinejad e com líderes mundiais.

“[A conversa] teve algumas referências ao Oriente Médio em que o presidente Lula comunicou inclusive que estará indo visitar. E comentou também que irá agora a Israel, Palestina e Jordânia e mencionou também que irá ao Irã, em maio, e que ele tem intenção de falar com os principais líderes do mundo, entre os quais naturalmente o presidente Obama, sobre esse tema na busca que nós temos feito de uma solução pacífica sobre essa situação”, comentou Amorim.

Segundo o ministro, o presidente reiterou e citou exemplos de como é necessário que os Estados Unidos ampliem o diálogo com os países da América Latina. Hillary teria concordado com a afirmativa.

O ministro disse que o presidente e Hillary também falaram sobre a questão das mudanças climáticas e Lula mencionou a necessidade de esforços para que a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, que será realizada no México no final deste ano, termine com um acordo mundial.

(Agência Brasil)

"Quem foi anistiado, foi anistiado. Não pode ser desanistiado”, disse Jobim


O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse hoje (2) que sua principal divergência com o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), Paulo Vannuchi, em relação à terceira versão do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), foi com o possível caráter unilateral da proposta. Jobim garantiu também ser favorável à Comissão da Verdade.

Segundo ele, a redação da proposta apresentada pela secretaria tinha caráter unilateral porque previa a investigação de crimes cometidos apenas por agentes públicos no período da ditadura militar e que isso não estaria de acordo com a Lei de Anistia de 1979, que garantiu o perdão tanto para quem lutou contra o regime, quanto para quem atuou nas forças de repressão. “Quem foi anistiado, foi anistiado. Não pode ser desanistiado”, disse o ministro.

Ao participar de audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, Jobim negou ser contrário à Comissão da Verdade, prevista no plano como órgão que deverá examinar violações de direitos humanos durante o regime militar. Ele, inclusive, revelou que apresentou pedido de demissão em dezembro do ano passado justamente pelo que chamou de caráter unilateral da atuação da comissão.

“Chamei os comandos militares e disse que estava favorável à Comissão da Verdade, mas tinha que ser bilateral, como prevê a Lei de Anistia e que eu sustentaria, dentro do governo, que a Comissão da Verdade tinha que acontecer. Quando vi que aquilo que eu havia dito não seria cumprido, disse, portanto, que eu era demissionário”, relatou.

De acordo com Jobim, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu que o texto apresentado pela SEDH, órgão ligado à Presidência da República, estava errado. “Ele me disse: isso aqui está errado. O combinado é que ia ser bilateral”, contou Jobim sobre uma conversa com o presidente, ocorrida na manhã do dia 22 de dezembro, na Base Aérea de Brasília.

O ministro disse ainda que recebeu de Lula a justificativa de que o texto não foi alterado antes do lançamento, em 21 de dezembro, porque já estava na gráfica. A conversa com o presidente ele, segundo ele, serviu para que o ministro da Defesa comunicasse às tropas, no dia seguinte, que não sairia mais do cargo. “Pude comunicar aos militares que o acordo que eu ia fazer estava garantido”.

Na época do lançamento do PNDH-3, Vannuchi reagiu às críticas de Jobim e negou que o plano estivesse revogando a Lei de Anistia. A polêmica fez com que a oposição ao governo aprovasse um requerimento convocando a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão de Lula, fosse convocada para depor sobre o tema no Senado.

O comparecimento da ministra foi derrubado na semana passada pela base do governo no Senado, ficando os ministros Jobim e Vannuchi responsáveis por falar sobre o tema na comissão.

(Agência Brasil)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

PT lança Dilma oficialmente como sua pré-candidata à presidência


Com discurso firme e pautado principalmente por dados e históricos, a ministra Dilma Roussef durante o lançamento de sua pré-candidatura. A candidata disse que queria fazer o terceiro mandato "democrático e popular" do PT e conclamou o povo brasileiro a ajudá-la nesta missão, frisou que quer governar com a ajuda de todo o povo brasileiro. “Sei que não estou sozinha, a tarefa de continuar mudando o Brasil é uma tarefa de todos nós. Vamos continuar mudando o Brasil”, conclamou.

A pré-candidata disse que aceitava a "honrosa missão" que os petistas a estavam delegando, com tranqüilidade, coragem e determinação. A ministra falou ainda do jeito petista de administrar o país e grandes cidades e estados, fazendo grandes gestões. “O PT mudou quando foi preciso, mas nunca mudou de lado”, frisou.

Lula disse que eleger Dilma não é uma coisa secundária em sua vida. O presidente garantiu que se trata de uma prioridade e apelou para a população votar na candidata petista. "Não existe hoje no país ninguém mais preparado para governar o Brasil do que a nossa companheira Dilma Roussef", falou.

(Nominuto)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Lula descarta voltar a disputar Presidência do Brasil em 2014


Na véspera de participar do 4.° Congresso Nacional do PT, que amanhã (20)sacramentará a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sua sucessão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avisou que se eleita, deverá ficar dois mandatos no cargo. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Lula negou que tenha escolhido Dilma com planos de voltar ao poder lá na frente, disputando as eleições de 2014.

Perguntado se ele pensa em retornar à Presidência em 2014, Lula respondeu que não:

- Não penso. Quem foi eleito presidente tem o direito legítimo de ser candidato à reeleição. Ponto pacífico. Essa é a prioridade número 1 [...] Ninguém aceita ser vaca de presépio e muito menos eu iria escolher uma pessoa para ser vaca de presépio [...] Todo político que tentou eleger alguém manipulado quebrou a cara.

Uma eventual gestão Dilma, no seu diagnóstico, não será mais à esquerda do que seu governo. No entanto, ele admite que, no governo, ela vai imprimir "o ritmo dela, o estilo dela". Porém, na sua avaliação, diretrizes do programa de governo de Dilma, que o PT aprovará hoje, podem conter um tom mais teórico do que prático:

- Não há nenhum crime ou equívoco no fato de um partido ter um programa mais progressista do que o governo [...] O partido, muitas vezes, defende princípios e coisas que o governo não pode defender."

Questionado se concorda com a ampliação do papel do Estado na economia, proposta na plataforma de Dilma, Lula destacou a importância de investimentos estratégicos por parte do Estado:

- Quero criar uma megaempresa de energia no País [...] Quero empresa que seja multinacional, que tenha capacidade de assumir empréstimos lá fora, de fazer obras lá fora e fazer aqui dentro. Se a gente não tiver uma empresa que tenha cacife de dizer "se vocês [empresas privadas] não forem, eu vou", a gente fica refém das manipulações das poucas empresas que querem disputar o mercado.

Sobre a escolha do vice de Dilma, em que o nome do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), aparece como favorito, Lula afirmou que a decisão é "uma questão a ser tratada entre o PT, a Dilma e o PMDB".

- Imaginar que Dilma possa subir em dois palanques é impossível [...] O que vai acontecer é que em alguns Estados ela não vai poder ir.

Segundo Lula, Dilma não vai sentir sua falta como cabo eleitoral quando deixar o governo, em março. Mas diss eque estará "espiritualmente com ela".

(Folha do Brasil)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Dilma diminui vantagem de Serra nas intenções de voto para presidência


A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, possível candidata do PT para as eleições presidenciais de outubro, diminuiu ainda mais a vantagem do governador paulista José Serra, do PSDB, revelou hoje uma pesquisa de intenções de voto.

O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) em uma pesquisa encomendada pela Associação Comercial de São Paulo, indicou que Dilma passou de 17% a 25%, enquanto Serra caiu de 38% para 36%. A variação deixa o governador "tecnicamente estável" segundo a margem de erro.

Na terceira posição apareceu o deputado cearense Ciro Gomes, do PSB, com 11% das intenções, seguido da senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, do PV, com 8%.

Ciro Gomes perdeu dois pontos percentuais, enquanto Marina Silva aumentou dois pontos em relação à pesquisa anterior realizada em dezembro.

Pela margem de erro, de dois pontos percentuais da enquete, Ciro Gomes e Marina Silva ficaram na mesma posição. A percentagem de votos brancos foi de 11% e o de eleitores ainda indecisos foi de 9%.

Na simulação de um eventual segundo turno, Serra aparece com o 47% das intenções de voto, enquanto Dilma, favorita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 33%.

A pesquisa foi realizada nos dias 6 e 7 de fevereiro com 2.002 eleitores em 144 municípios de todo o país e um nível de confiança de 95%. Prevê-se que o PT eleja Dilma Rousseff como sua candidata à Presidência, em um ato previsto para o próximo sábado, no quarto congresso do partido, que começa amanhã.

(Uol)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Congresso abre o ano legislativo


Dilma entrega mensagem de Lula que destaca ações do PAC e expansão econômica.

Após 40 dias de recesso, deputados e senadores reiniciaram nesta terça-feira as atividades legislativas. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, entregou a mensagem do Executivo para o ano de 2010, que foi lida pelo primeiro-secretário da Câmara, deputado Rafael Guerra (PSDB-MG). Nela, o presidente Lula destaca o sucesso do Brasil no enfrentamento da crise econômica mundial e o bom desempenho do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida"

"Estamos empenhados para que o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) mude o cenário das cidades brasileiras, especialmente das periferias e comunidades carentes", diz um trecho da mensagem.

DISCURSO DE JOSÉ ALENCAR
O mais festejado da solenidade, foi o vice-presidente José de Alencar, aplaudido de pé por duas vezes. Na primeira, a homenagem foi puxada por Temer, que assiste a uma guerra travada por seu partido para viabilizá-lo como vice de Dilma. Sem querer, Alencar acabou provocando um certo constrangimento ao dizer, em seu discurso de agradecimento, que ninguém vota em vice.

- Agradeço ao presidente Lula todos os dias por ter me dado um mandato de oito anos. Graças a ele ganhei esse mandato, porque ninguém vota no vice, o voto é para o candidato a presidente - disse.

MENSAGEM DO PRESIDENTE LULA
Segundo a mensagem de Lula, "o governo agiu de forma rápida firmemente" para acabar com os problemas de liquidez na economia. O presidente ainda fez questão de elogiar o apoio dos parlamentares nesse período de dificuldades.

"O apoio dos parlamentares foi fundamental no sentido de possibilitar ao país responder de forma rápida e eficiente à conjuntura econômica diversa", diz a mensagem.

(Folha Online)