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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ricardo Gomyde no Arrancadão em Araucária


No último domingo, o candidato a deputado federal Ricardo Gomyde visitou várias cidades da região metropolitana, entre elas Araucária. Gomyde conversou com alguns moradores da cidade em um evento organizado pelos líderes comunitários Timóteo Greicheweski e Vanderlei Cabeleireiro.

Logo em seguida, Gomyde passou na 5ª etapa do Paranaense de Arrancada na Terra, no Autódromo de Araucária. “Já trabalhei por Araucária com a implantação do projeto segundo tempo. Agora vamos lutar, além do esporte, pela saúde, educação, agricultura. Posso ajudar muito a Região Metropolitana de Curitiba, principalmente Araucária”, afirmou Gomyde.

RICARDO GOMYDE 6565 FEDERAL
PCdoB
Coligação "A União Faz um Novo Amanhã" PCdoB, PDT, PMDB, PT, PSC e PR

sexta-feira, 12 de março de 2010

Lula e Dilma visitam a Repar em Araucária


A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Paraná nesta sexta-feira (12) serve também para alinhar apoios políticos à candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT). O presidente afirmou que todo candidato que quiser governar o Brasil precisa ter um bom relacionamento com o Paraná. Lula visitou obras de ampliação na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, e também a fábrica da Positivo Informática, em Curitiba. Durante a tarde segue viagem para Londrina.

“Qualquer um que queira governar o Brasil tem que passar pelo Paraná”, disse. O presidente reconheceu, no entanto, a dificuldade de uma unificação de outros partidos em torno de uma candidatura. “Isso é fácil de falar, mas muito difícil de fazer. Se Dilma for mesmo a candidata, ela tem que manter relações com o Paraná, ter um bom relacionamento com o governador Requião e com outros partidos”, afirmou.

Sem citar diretamente as suspeitas de irregularidades envolvendo a refinaria, Lula refletiu sobre a dificuldade em executar projetos por causa de questões como licenciamento ambiental e fiscalização. Segundo ele, será preciso "tornar mais transparente e ao mesmo tempo mais ágil" os processos de licenciamento, vistoria e fiscalização. "Hoje um governador e um presidente da República não conseguem fazer uma obra estruturante em um mandato de quatro anos."

(Agência Brasil)